terça-feira, 7 de junho de 2011

Estou "amando"!

Quem acompanha meu blog pode até pensar: -"Ixi" ! Ela  tá apaixonada e levou um pé na bunda.
Bem, até que não seria tão ruim assim. Pelo menos teria uma história minha pra contar . Mas não galera!!
-Tô "Amando"! A mando do diabo para atucanar a gentalha sem noção que existe neste mundo.
- Eu sou  apaixonada! Por músicas boas, por histórias engraçadas da vida ,  por gente inteligente e por pessoas que conseguem fazer do limão uma limonada. Claro, não sem antes experimentar o amargo do limão...

Má educação = cafa?

Por Burraldas
Dia desses estava eu aqui explodindo de tanto orgulho pelos elogios à educação da minha filha de 2 anos (ela é mesmo uma lady, cheia de, por favor, licença e obrigada). E conversando sobre isso com meu marido percebi que ela é assim porque nós somos assim e a tratamos da mesma forma. Tentamos também passar pra ela, tudo que achamos que nos faltou em termos de educação.
Então surgiu uma questão… O que transforma um menino lindo e “bem cuidado” em um Cafa???
E encontrei, em parte, uma explicação, pra mim, perfeitamente plausível. Eu acredito que o caráter nasce com a gente sim, mas ele pode ser moldado, né?
Então, baseada em tudo que vi e vivi, nas pessoas que conheci e na psicologia de boteco, arrisco dizer que o que cria um Cafa são má educação e sociedade, unidas à testosterona.
Partilhando da opinião de muitos, acho mesmo que a educação começa em casa. O que a criança aprende observando, ouvindo e testando limites. Tipo, como o pai trata a mãe e vice-versa, como ele mesmo é tratado por ambos, se as manhas e birras funcionam, e coisas do tipo.
Dito isso, consideremos os séculos de machismo impregnado, passado de pai pra filho. Como em alguns casos atuais que conheço, onde a esposa pede permissão ao marido pra qualquer coisa e o filho só observa, ou quando o moleque apanha do pai por ajudar a mãe na cozinha, ou a outra esposa que apanha porque não lavou a louça e não tem camisa no armário… É absurdo, eu sei, mas é real. Como uma criança absorve isso? O que é que ela aprende?
E aí entra a nossa amigona, a testosterona. Responsável pelo FDP querer colocar sua sementinha em tudoquantoéburaco e que, além disso, os deixa cada vez mais fortes, mais esbeltos e mais agressivos em vários aspectos.
(Sem contar o fator surpresa… que pode ser qualquer coisa na personalidade da pessoinha, sob a qual ninguém tem controle, às vezes, nem mesmo ele).
É claro que existem os Cafas patológicos, sem escrúpulo algum, que vão querer comer qualquer uma no banheiro, enquanto há um velório na sala.
Mas e esses, que tinham uma chance e foram mal instruídos. Mesmo que na essência, lá no fundo (mas bem lá no fundo) “esses meninos” tenham/tinham bom caráter. Que tipo de homens eles podem/poderiam ser? Que tipo de homens eles conseguiriam ser?
Eis a questão!
Depois de passar horas pensando nisso, acho que é melhor mesmo, eu continuar me preocupando em como educo minha filha. Mas peço encarecidamente, pelo bem da minha burraldinha (sim, já é burralda, não consegue desgrudar do primo que inferniza a vidinha dela) e das futuras burraldas, que as burraldas mãe se preocupem com o tipo de ser humano que estão criando (contando com o fator surpresa), porque Má educação = Cafa de plantão.
Pode ser egoísmo, mas EU QUERO um mundo melhor, de pessoas melhores, com relacionamentos melhores.
E torço mesmo pela felicidade do mundo… (talvez assim, aquela vizinha piranha pare de me incomodar cada madrugada com um carro diferente).

Seria cômico senão fosse trágico: História do dia dos namorados

postada no blog Homem é tudo palhaço, por Roberta Carvalho.


Essa historinha é sobre o meu ex palhaço particular e aconteceu no Dia dos Namorados do ano passado. Reservei um hotel lindo na cidade, e pedi pra uma amiga ligar pra ele e fingir que era um recrutadora marcando uma entrevista no tal hotel. Quando ele chegasse lá ia ter a surpresa de ser eu toda linda segurando uma taça de champagne e de lingerie nova.

'Entrevista' marcada, ele não aparecia, simplesmente achou que não era boa oportunidade. Detalhe: o bruto tava desempregado há um ano. Querido, qualquer oportunidade é boa nesse momento. Liguei pra ele, que MENTIU dizendo que a entrevista havia sido rapidinha. Bom, pra não dar viagem perdida, expliquei toda historia e uma hora depois lá tava ele com aquela cara de sem graça. Ok... ele apareceu, pensei não vou brigar pra não estragar o MEU dia dos namorados. Transamos e tal. Pedidos serviço de quarto, jantamos... tudo bonitinho... depois sentamos pra assistir uns filminhos e ficar grudadinhos.

Dado certo horário, tipo 2h da madrugada, fui dormir. Pedi pro fofo ir deitar comigo porque era Dia dos Namorados, né... Além de querer dar pra ele de novo, queria ficar romantiquinha dormindo de conchinha. "Não vou não, na minha casa não tem TV a cabo deixa eu aproveitar". Oi?

Aí vocês já podem imaginar que quebrei o maior pau e ele acabou indo embora porque eu era louca e não podia dividi-lo nem com a televisão.

Depois desta palhaçada digna de picadeiro de Cirque Du Soleil, ainda voltei com ele algumas vezes, mas finalmente me livrei do encosto no fim do ano passado. Alívio Define!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Não me deixe só - Vanessa da Mata







Versão show !!Nuvem Passageira Kleiton e Kledir Composição : Hermes de Aquino



Eu sou nuvem passageira,
Que com o vento se vai,
Eu sou como um cristal bonito
Que se quebra quando cai.
Não adianta escrever meu nome n'uma pedra,
Pois essa pedra em pó vai se transformar,
Você não vê que a vida corre contra o tempo
Sou um castelo de areia na beira do mar.
(Ar, Ar)
Eu sou nuvem passageira,
Que com o vento se vai,
Eu sou como um cristal bonito
Que se quebra quando cai.
A lua cheia convida para um longo beijo
Mas o relógio te cobra o dia de amanhã
Estou sozinho, perdido e louco no meu leito,
E a namorada analisada por sobre o divã.
(Ar, Ar, Ar) (Ar, Ar,Ar)
Eu sou nuvem passageira,
Que com o vento se vai,
Eu sou como um cristal bonito
Que se quebra quando cai.
Por isso agora o que eu quero e dançar na chuva
Não quero nem saber de me fazer ou me matar
Ou vou deixar um dia fique a minha energia
Sou um castelo de areia na beira do mar
(Ar, Ar, Ar) (Ar, Ar,Ar)
Eu sou nuvem passageira,
Que com o vento se vai,
Eu sou como um cristal bonito
Que se quebra quando cai. 

“Eu era apaixonada pela profissão”, diz professora que ficou famosa na internet

A professora do Rio Grande do Norte que inspirou quase 1 milhão de internautas com um desabafo sobre a educação está contaminada pela ineficiência do ensino público.

Antes apaixonada pela carreira, agora Amanda Gurgel fica pensativa quando questionada sobre o que sente pela profissão. 

 Eu acho que eu era [apaixonada pela carreira de professora]. Tive um sonho que foi desconstruído. Quando entrei na universidade, eu imaginava que ser professor era uma coisa, mas na prática era outra.

A professora de 29 anos ficou famosa, depois que um vídeo em que aparece criticando políticos na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte teve cerca de 800 mil acessos.

Ao R7, ela repetiu a mesma precisão que a deixou conhecida para explicar como a alta carga de trabalho interfere diretamente no desempenho dos educadores em sala de aula.

- Quando entrei para a profissão, na segunda semana sabia o nome de todos os alunos. Mas teve uma época em que tive de cuidar de cinco turmas. Eram uns 700 alunos. Eu tinha vergonha porque não sabia o nome deles. Com o tempo, você vai se sentindo medíocre. Você não se lembra o nome do aluno e, por consequência, não consegue associar ao nível de desenvolvimento dele. Acaba que estamos ali em uma atividade meramente burocrática mesmo.

Por causa desta situação, Amanda Gurgel teve de se afastar da carreira. Ela teve depressão em 2008 e tirou licença médica.

Hoje, está em readaptação de função e trabalha no laboratório de informática e na biblioteca de uma escola do seu Estado.

Mas a doença só ajudou a professora a entender os problemas que impendem o desenvolvimento do ensino no país. Ela culpa a falta de valorização do profissional pela fraca educação brasileira.

- O governo só quer manter o aluno na sala de aula. A escola é hoje um depósito de crianças. De modo geral, professor não tem tempo de estudar, não tem tempo para ler. A realidade é essa.